Voltas já no nosso
sangue a ser como eras
oh! terra! E vão
começar na noite escura
a levantar-se fixamente
o muro e o grito,
e o recordar no céu
o golpe das tuas bandeiras.
Vão recobrando o
gosto dos caminhos escusos
os nossos pés cansados.
O branco florido
ficou aí como tínhamos
pressentido.
Por toda parte despertam
arados e fogueiras.
Os remos, a paz, as rochas
poderosas,
as crianças com
que te salvas e vestes,
retomam-te. Desnudos, somos
verdade.
Mãe no meio dos túmulos
preciosos,
tu chamas-nos um por um
e deixas-nos
a lingua cheia do teu nome
dourado.